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Destaques

Villamar Shopping: Inauguração em 2028, Lojas e Quiosques

  Villamar Shopping: novo gigante de Praia Grande abre em 2028, já tem 60% comercializado e prevê até 6 mil empregos Com 345 lojas planejadas e 42 mil m² de área bruta locável, o empreendimento do Grupo Mendes avança na Baixada Santista. Entenda a mudança na data de inauguração, as marcas anunciadas e o que lojistas interessados em abrir lojas ou quiosques precisam saber. Praia Grande, no litoral de São Paulo, prepara-se para receber um dos maiores projetos comerciais da região: o Villamar Shopping , empreendimento do Grupo Mendes que pretende ampliar a oferta de lojas, serviços, gastronomia e entretenimento na Baixada Santista. A principal novidade é a atualização do calendário. Em entrevista publicada pelo jornal A Tribuna em 18 de outubro de 2026 , Paulo Mendes, presidente do Grupo Mendes, informou que a inauguração está prevista para abril de 2028 . A data substitui a previsão anterior de abertura em 2027. Na mesma entrevista, o empresário afirmou que o empreendimento atingiu ...

Ponto para Quiosque em Shopping: 12 Perguntas Antes de Assinar

O shopping aprovou o ponto. Mas será que ele é adequado para o seu quiosque? 12 perguntas antes de assinar



Um espaço disponível dentro de um shopping não significa que ele seja automaticamente adequado para qualquer negócio. Veja o que analisar antes de assumir compromissos comerciais e começar o projeto.

Imagine a seguinte situação.

Você encontrou um shopping interessante.

Conversou com o departamento comercial.

Conheceu um espaço disponível.

Gostou da localização.

O valor parece caber no orçamento.

E recebeu uma sinalização positiva para instalar seu quiosque.

Tudo parece encaminhado.

Mas existe uma pergunta que merece atenção:

O ponto é realmente adequado para a operação que você pretende montar?

Essa pergunta pode evitar uma sequência de dificuldades envolvendo projeto, equipamentos, instalações, estoque, atendimento e cronograma.

Porque uma coisa é o shopping disponibilizar determinado espaço para negociação.

Outra é comprovar que aquele espaço atende às necessidades comerciais, operacionais e técnicas do seu negócio.

1. O ponto está disponível. Isso significa que posso instalar qualquer quiosque?

Não.

Cada empreendimento possui suas próprias condições comerciais, diretrizes técnicas, procedimentos de aprovação e restrições de uso.

Além disso, a viabilidade depende da atividade pretendida.

Um quiosque de semijoias pode ter necessidades muito diferentes de uma operação de café.

Uma marca de acessórios para celular não utiliza necessariamente a mesma infraestrutura de um quiosque de sorvetes.

Antes de desenvolver o projeto, é necessário compreender o que o espaço permite e o que a operação exige.

Disponibilidade comercial não deve ser confundida com aprovação técnica definitiva.

2. O público daquele corredor combina com meu produto?

Essa é a primeira análise comercial.

Um shopping pode receber muitas pessoas, mas nem todas representam consumidores potenciais para determinada marca.

Observe:

  • Quem circula naquele corredor?

  • Qual é o comportamento de compra?

  • Existem operações complementares?

  • O consumidor costuma parar?

  • O produto depende de compra por impulso ou de uma decisão planejada?

O Sebrae destaca a importância de relacionar localização, público-alvo, fluxo e características do negócio na escolha de um ponto comercial.

Fluxo é uma informação. Compatibilidade com o público é outra.

3. A área disponível comporta a operação completa?

Uma metragem pode parecer suficiente quando analisamos apenas a área de exposição.

Mas um quiosque precisa funcionar.

Isso envolve circulação da equipe, atendimento, armazenamento, equipamentos, abertura de portas, gavetas, manutenção e reposição de mercadorias.

Por exemplo, um espaço de 9 m² pode ser adequado para determinada operação e insuficiente para outra.

Não existe uma metragem universal que sirva para todos os modelos de negócio.

A pergunta correta é:

Tudo o que precisa acontecer dentro desse quiosque realmente cabe nesse espaço?

4. Quais equipamentos precisam funcionar ali?

Antes de discutir o desenho do balcão, faça uma relação dos equipamentos.

Dependendo do negócio, ela pode incluir:

  • Refrigeradores ou freezers.

  • Máquinas de café.

  • Vitrines refrigeradas.

  • Equipamentos de preparo.

  • Computadores e sistemas de venda.

  • Iluminação.

  • Carregadores e dispositivos eletrônicos.

  • Equipamentos de comunicação e segurança.

Cada equipamento possui características próprias.

O projeto precisa considerar especificações, dimensões, ventilação, acesso para manutenção e necessidades de instalação.

Antes de perguntar onde ficará a tomada, descubra o que será ligado nela.

5. A infraestrutura disponível atende às necessidades do negócio?

Esse é um dos pontos que merecem verificação antecipada.

Dependendo da atividade, pode ser necessário avaliar:

energia elétrica;

água;

esgoto;

dados e conectividade;

exaustão;

ventilação;

refrigeração;

ou outras instalações específicas.

Nem todo ponto possui a mesma infraestrutura.

E nem toda adaptação será permitida ou tecnicamente viável.

Por isso, é importante solicitar as informações disponíveis ao shopping e submetê-las aos profissionais responsáveis pelo projeto.

Não presuma que uma instalação existe apenas porque outro quiosque semelhante funciona em outro empreendimento.

6. Existem limitações de altura, visibilidade ou comunicação visual?

O projeto também precisa respeitar as diretrizes do shopping.

Elas podem tratar de dimensões, altura de elementos, materiais, iluminação, comunicação visual e relação com a circulação.

Essas condições interferem diretamente na apresentação da marca.

Imagine uma operação que depende de um expositor vertical muito alto.

Se o empreendimento estabelecer limitações incompatíveis com essa solução, o projeto precisará ser adaptado.

O mesmo raciocínio vale para letreiros, vitrines, painéis e equipamentos.

Um projeto bonito precisa também ser um projeto viável naquele local.



7. Como será feito o abastecimento do quiosque?

É comum imaginar a operação apenas no momento da venda.

Mas mercadorias precisam chegar.

Embalagens precisam ser guardadas.

Produtos precisam ser repostos.

Resíduos precisam seguir os procedimentos aplicáveis.

E algumas operações exigem abastecimento frequente.

Antes de assumir o ponto, procure compreender os procedimentos de acesso, horários e movimentação de mercadorias definidos pelo empreendimento.

Um espaço comercial pode parecer excelente durante o atendimento ao público e apresentar dificuldades importantes na rotina de abastecimento.

8. Onde ficará o estoque?

Essa pergunta parece simples.

Mas pode alterar completamente o projeto.

O estoque ficará dentro do quiosque?

Haverá algum espaço auxiliar contratado?

A reposição será diária?

Os produtos precisam de condições especiais de armazenamento?

Quanto mais limitada for a área disponível, mais importante será planejar a organização interna.

Não adianta construir uma vitrine excelente se a equipe não consegue operar o negócio com eficiência.

9. O custo total do ponto cabe na operação?

Não analise apenas o aluguel anunciado.

Solicite informações claras sobre os encargos e condições comerciais aplicáveis à proposta.

O planejamento também deve considerar o investimento necessário para instalar e colocar a operação em funcionamento.

Uma visão mais completa envolve:

OCUPAÇÃO + PROJETO + FABRICAÇÃO + EQUIPAMENTOS + INSTALAÇÕES + LOGÍSTICA + MONTAGEM + ESTOQUE + CAPITAL DE GIRO.

Os componentes efetivos variam conforme o contrato, o empreendimento e o negócio.

O artigo 54 da Lei nº 8.245/1991 trata das relações de locação em shopping centers e da relevância das condições pactuadas, observados os limites legais.

Por isso, as condições contratuais merecem análise específica antes da assinatura.

10. Quando começam as obrigações financeiras e quando poderei inaugurar?

Aqui está uma questão capaz de afetar o planejamento.

Existem dois calendários que precisam conversar.

CALENDÁRIO COMERCIAL

Negociação → contratação → obrigações previstas → ocupação.

CALENDÁRIO DE IMPLANTAÇÃO

Levantamento → projeto → aprovação → fabricação → transporte → montagem → liberação → inauguração.

Esses calendários nem sempre avançam na mesma velocidade.

Se o projeto ainda depende de definições técnicas, é importante entender como os prazos comerciais se relacionam com as etapas necessárias para abrir.

Isso não significa que exista uma regra única para negociar contratos.

Significa que as datas devem ser conhecidas e avaliadas antes da decisão.

11. O shopping já forneceu as diretrizes necessárias para desenvolver o projeto?

Antes de iniciar a fabricação, é importante saber quais documentos, informações e procedimentos serão exigidos.

Conforme o empreendimento e o escopo, podem existir exigências relacionadas a:

projeto arquitetônico;

instalações;

materiais;

responsabilidade técnica;

documentação;

cronograma;

acesso de equipes;

montagem;

vistoria e liberação.

Não existe um manual técnico único aplicável a todos os shopping centers brasileiros.

O correto é trabalhar com as exigências efetivamente fornecidas pelo empreendimento e com as normas aplicáveis ao projeto.

O projeto deve nascer das necessidades da operação e das condições reais do local.

12. Se eu precisar adaptar o projeto, o negócio continuará funcionando como imaginei?

Essa é uma das perguntas mais importantes.

Às vezes, uma alteração aparentemente pequena afeta o funcionamento da operação.

Uma vitrine precisa diminuir.

Um equipamento precisa mudar de posição.

Uma porta não pode abrir na direção prevista.

O estoque perde espaço.

O atendimento fica menos confortável.

Uma solução técnica pode ser necessária, mas também precisa ser avaliada do ponto de vista comercial.

O objetivo não é apenas conseguir uma aprovação.

É desenvolver um quiosque que possa funcionar adequadamente depois de inaugurado.


MÉTODO POD — O TESTE DAS TRÊS COMPATIBILIDADES



Para organizar essa decisão, propomos um exercício simples.

Antes de avançar com a contratação do ponto, analise três dimensões.

1. COMPATIBILIDADE COMERCIAL

O público, a localização e os custos fazem sentido para o modelo de negócio?

2. COMPATIBILIDADE OPERACIONAL

O espaço comporta produtos, equipe, equipamentos, estoque e atendimento?

3. COMPATIBILIDADE TÉCNICA

As condições e diretrizes do shopping permitem desenvolver e instalar a solução necessária?

O raciocínio é:

PONTO + OPERAÇÃO + PROJETO = DECISÃO MAIS BEM INFORMADA.

Esse método é uma ferramenta de organização do POD Shopping. Não substitui estudos de mercado, análise contratual ou avaliação técnica de profissionais habilitados.

EXPERIÊNCIA DE FÁBRICA — UM BOM PROJETO COMEÇA ANTES DO DESENHO

Quando alguém pensa em fabricar um quiosque, é natural imaginar primeiro a aparência.

Cores.

Materiais.

Vitrines.

Iluminação.

Identidade visual.

Mas o projeto precisa começar com perguntas anteriores:

O que será vendido?

Como será o atendimento?

Quais equipamentos serão utilizados?

Quantas pessoas trabalharão ali?

Como acontecerá a reposição?

Qual é a infraestrutura disponível?

Quais são as limitações do shopping?

Essas respostas ajudam a transformar uma ideia comercial em uma solução que possa ser desenvolvida, analisada e executada.

A experiência de fábrica reforça uma distinção importante:

Não basta fazer o quiosque caber na metragem. É necessário fazer a operação funcionar dentro dela.

CHECKLIST POD — ANTES DE ASSINAR O PONTO

Use esta lista como roteiro inicial de conversa com o shopping, sua equipe e os profissionais envolvidos:

  • O público combina com meu produto?

  • A localização oferece visibilidade adequada?

  • A metragem comporta a operação?

  • Os equipamentos foram identificados?

  • A infraestrutura foi verificada?

  • As limitações de projeto são conhecidas?

  • O abastecimento foi considerado?

  • Existe solução para o estoque?

  • Os custos comerciais foram levantados?

  • Os prazos foram compatibilizados?

  • As exigências técnicas foram solicitadas?

  • As adaptações preservam o funcionamento do negócio?

Não é necessário transformar cada resposta em uma nota.

O objetivo é identificar dúvidas antes que elas se transformem em problemas durante a implantação.

O SHOPPING APROVAR O PONTO NÃO É O MESMO QUE APROVAR O QUIOSQUE

Essa distinção merece ficar muito clara.

A negociação comercial pode avançar antes da conclusão de todas as verificações técnicas.

A sinalização de disponibilidade do espaço não deve ser interpretada automaticamente como autorização definitiva para fabricar, instalar ou operar qualquer configuração de quiosque.

As etapas e autorizações dependem das regras do empreendimento, da atividade e dos requisitos aplicáveis.

Por isso, procure confirmar formalmente o que já foi aprovado, o que ainda depende de análise e quais compromissos estão sendo assumidos.

CONCLUSÃO — O MELHOR PONTO NÃO É APENAS O QUE ESTÁ DISPONÍVEL

Encontrar um espaço em um shopping pode ser uma excelente oportunidade.

Mas a decisão não deveria depender apenas de uma boa impressão do corredor ou de uma proposta comercial atraente.

O ponto precisa conversar com o público.

A metragem precisa conversar com a operação.

A infraestrutura precisa conversar com os equipamentos.

E o projeto precisa conversar com as diretrizes do empreendimento.

Antes de perguntar somente:

“POSSO ALUGAR ESSE PONTO?”

Faça uma segunda pergunta:

“CONSIGO INSTALAR E OPERAR MEU NEGÓCIO ADEQUADAMENTE AQUI?”

Essa diferença pode mudar a qualidade de toda a decisão.


POD SHOPPING | FÁBRICA DE QUIOSQUES PARA SHOPPING

Com mais de 25 anos de atuação, a Fábrica de Quiosques para Shopping desenvolve soluções para projetos, fabricação e montagem de quiosques comerciais.

Se você está avaliando um ponto ou pretende transformar uma ideia em um quiosque, conheça nossos conteúdos e converse com a equipe sobre as necessidades do seu projeto.

Site: https://fabricaquiosqueshopping.com.br/

WhatsApp: https://wa.me/5511947462440

Perguntas frequentes

O shopping pode disponibilizar um ponto e depois exigir mudanças no projeto?

A negociação do espaço e a análise técnica do quiosque podem ocorrer em etapas distintas. É importante confirmar previamente as exigências, os procedimentos e as condições aplicáveis.

Posso contratar o ponto antes de ter o projeto pronto?

Isso depende das condições comerciais e do planejamento da implantação. O essencial é compreender os compromissos assumidos, os prazos e as verificações ainda pendentes.

Um quiosque de 6 m² ou 9 m² funciona para qualquer atividade?

Não. A viabilidade depende dos equipamentos, produtos, atendimento, estoque e demais necessidades da operação.

Quem deve verificar a infraestrutura do ponto?

As informações do empreendimento devem ser avaliadas pelos profissionais responsáveis pelo projeto e pelas instalações correspondentes.

Qual é o primeiro passo antes de fabricar?

Definir as necessidades reais do negócio, conhecer as condições do espaço e compreender as exigências técnicas do shopping.

Fontes e referências

Sebrae — Orientações sobre escolha de ponto comercial, público-alvo e planejamento do negócio.

https://sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/sebraeaz/confira-as-informacoes-para-comecar-bem-e-com-seguranca-o-seu-negocio,fe4d4b9a79f55410VgnVCM1000003b74010aRCRD

Sebrae — Como elaborar um plano de negócios.

https://meuatendimento.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/passo-a-passo-para-elaborar-o-plano-de-negocios-de-sua-empresa,d7296a2bd9ded410VgnVCM1000003b74010aRCRD

Lei nº 8.245/1991 — Artigo 54, relações de locação em shopping centers.

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8245compilado.htm

O Método POD das Três Compatibilidades e o Checklist POD são estruturas editoriais desenvolvidas para orientar a reflexão inicial do empreendedor.

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