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Por que o shopping reprova um projeto de quiosque? 15 erros que podem atrasar sua inauguração

Você encontrou o ponto, definiu a marca, começou o projeto e já está imaginando o quiosque funcionando.  Então chega a resposta do shopping: o projeto precisa de alterações.  Entender por que isso acontece antes de começar pode economizar revisões, retrabalho e, principalmente, tempo no caminho até a inauguração. Quem está montando o primeiro quiosque muitas vezes imagina que basta criar um projeto bonito, enviar ao shopping e aguardar a autorização. Na prática, existe uma diferença importante entre um projeto visualmente atraente e um projeto compatível com as exigências aplicáveis àquele ponto e àquela operação . Shopping centers podem possuir critérios técnicos próprios, e as exigências podem variar conforme empreendimento, localização do ponto, tipo de operação, instalações necessárias e escopo da intervenção. Por isso, a primeira regra é simples: não comece projetando apenas o que você gostaria de construir. Primeiro descubra o que poderá ser aprovado e executado naq...

Quanto Custa o Aluguel de um Quiosque em Shopping? Entenda os Valores Antes de Fechar o Ponto

 

Uma das primeiras perguntas de quem pensa em abrir um quiosque em shopping é:

Quanto vou pagar de aluguel?

Na prática, não existe um preço único.



Em negociações e oportunidades de mercado, é possível encontrar pontos na faixa de R$ 8 mil mensais, enquanto localizações mais valorizadas podem chegar a R$ 20 mil, R$ 30 mil ou até ultrapassar esses valores, dependendo do shopping, da cidade, do ponto e das condições comerciais.

Mas existe algo ainda mais importante:

o valor anunciado do aluguel não é suficiente para determinar se um ponto é caro ou barato.

Um ponto de R$ 8 mil que vende pouco pode ser muito caro.

E um ponto de R$ 20 mil ou R$ 30 mil, com fluxo qualificado e excelente desempenho comercial, pode fazer sentido para determinada operação.

Por isso, antes de perguntar apenas “quanto custa o aluguel?”, o empreendedor deveria fazer outra pergunta:

Quanto este ponto precisa vender para valer a pena?

Essa mudança de raciocínio é fundamental.

Imagine dois quiosques.

O primeiro possui aluguel de R$ 8 mil e está em uma área com fluxo pouco compatível com seu público.

O segundo custa R$ 18 mil, mas está diante de operações que atraem exatamente o consumidor que sua marca procura.

Qual é o mais caro?

Olhando somente o boleto, o segundo.

Olhando para o potencial do negócio, talvez não.

É por isso que localização, fluxo, público e custo de ocupação precisam ser analisados juntos.

Por que o aluguel muda tanto de um shopping para outro?

Shopping centers não são todos iguais.



Um empreendimento localizado em uma grande capital e com enorme fluxo de consumidores pode apresentar condições completamente diferentes de um shopping regional.

Mesmo dentro do próprio shopping podem existir diferenças importantes.

Um ponto próximo à praça de alimentação pode possuir uma dinâmica.

Um corredor próximo ao cinema, outra.

Um espaço diante de uma grande loja âncora, outra.

E áreas próximas a entradas, escadas rolantes e acessos ao estacionamento também podem ter características diferentes.

Portanto, dois quiosques com praticamente a mesma metragem podem possuir valores comerciais completamente diferentes.

É possível encontrar aluguel de quiosque por cerca de R$ 8 mil?

Sim, existem oportunidades nessa faixa.

Dependendo da cidade, empreendimento, localização interna e negociação, encontramos operações próximas desse patamar.

Mas isso não significa que R$ 8 mil seja o preço padrão de um quiosque no Brasil.

Também existem operações significativamente mais caras.

Em shoppings valorizados, cidades de maior poder de consumo e pontos considerados estratégicos, não é estranho encontrar negociações que caminhem para R$ 15 mil, R$ 20 mil, R$ 30 mil ou mais.

É por isso que recomendamos solicitar as condições diretamente ao departamento comercial ou de mall/expansão do shopping desejado.

Não olhe somente para o aluguel

Este é um dos erros mais perigosos para quem está fazendo a primeira implantação.

O empreendedor pergunta:

“Qual é o aluguel?”

Recebe um número e começa a fazer a conta.

Só que o custo de ocupação pode envolver outras cobranças previstas no contrato e nas condições comerciais do empreendimento.

Dependendo da negociação, podem existir componentes como:

  • aluguel mínimo;
  • aluguel percentual;
  • condomínio;
  • fundo de promoção;
  • encargos e despesas previstos contratualmente;
  • condições diferenciadas em determinados períodos.

Por isso, antes de assinar qualquer documento, solicite ao shopping uma apresentação clara de todos os componentes do custo mensal da operação.

O que é aluguel mínimo?

De forma simplificada, é o valor mínimo estabelecido para a ocupação daquele espaço, conforme as condições do contrato.

É normalmente o número que chama mais atenção durante a negociação.

Mas ele não deve ser analisado isoladamente.

E o aluguel percentual?

Contratos de shopping podem estabelecer mecanismos relacionados ao faturamento da operação.

As regras específicas precisam ser verificadas no contrato oferecido pelo empreendimento.

Isso significa que o empresário precisa compreender não somente o valor fixo apresentado, mas como será calculado o custo de ocupação em diferentes níveis de faturamento.

Condomínio também precisa entrar na conta

O shopping possui uma estrutura que uma loja de rua normalmente não possui da mesma maneira.

Segurança, limpeza das áreas comuns, administração, manutenção, climatização de ambientes comuns e uma série de estruturas fazem parte do funcionamento do empreendimento.

Esses custos podem refletir nas despesas cobradas dos lojistas conforme as regras de cada shopping.

Portanto:

aluguel não significa necessariamente custo total de ocupação.

E o fundo de promoção?

Shopping centers realizam campanhas institucionais, decoração, eventos e diferentes ações para gerar tráfego e promover o empreendimento.

Dependendo do contrato, o lojista pode participar financeiramente desse esforço através do fundo de promoção.

Mais uma vez: as condições variam.

O importante é descobrir isso antes de fechar o negócio.

O shopping mais caro é necessariamente o melhor?

Não.

Um shopping famoso pode ser excelente para determinada marca e inadequado para outra.

A pergunta correta não é:

“Qual shopping tem mais gente?”

É:

“Qual shopping concentra mais pessoas que podem comprar meu produto?”

Um quiosque de cosméticos possui determinado público.

Uma operação infantil possui outro.

Uma marca de alimentação possui necessidades diferentes.

Joias, acessórios, eletrônicos, presentes, serviços e sobremesas possuem comportamentos de compra distintos.

O shopping precisa combinar com a proposta do negócio.

Analise o ponto, não somente o shopping

Mesmo depois de escolher o empreendimento, ainda existe outra decisão:

onde exatamente ficará o quiosque?

Esse detalhe pode mudar completamente o resultado.

Antes de aceitar um ponto, observe:

Fluxo

Quantas pessoas realmente passam diante do local?

Sentido do fluxo

De onde elas vêm e para onde estão indo?

Visibilidade

O quiosque será percebido à distância?

Permanência

As pessoas simplesmente atravessam aquele corredor ou permanecem na região?

Vizinhança

Quais marcas estão próximas?

Âncoras

Existem operações capazes de gerar tráfego naquela direção?

Público

As pessoas que circulam ali correspondem ao consumidor da sua marca?

Essas perguntas valem tanto quanto saber o aluguel.

Faça a conta de trás para frente

Antes de se apaixonar pelo ponto, faça uma simulação.




Suponha, apenas como exemplo, que o custo total de ocupação seja R$ 12 mil por mês.

Esse não é o único custo do negócio.

Ainda poderão existir:

equipe, estoque, impostos, taxas de pagamento, reposição, logística, marketing, sistemas, manutenção e outras despesas.

Agora pergunte:

Quanto preciso faturar por mês?

Depois:

Qual precisa ser meu faturamento diário?

E finalmente:

Quantas vendas preciso realizar por dia?

É nesse momento que o sonho começa a virar planejamento.

Um exemplo simples

Imagine que determinado negócio conclua que precisa faturar R$ 60 mil por mês.

Se operar durante 30 dias, isso representa aproximadamente R$ 2 mil por dia.

Se o ticket médio for R$ 100, seriam aproximadamente 20 vendas diárias para alcançar esse faturamento.

Esse cálculo ainda não determina lucro — é apenas uma forma simples de transformar uma meta mensal em uma realidade operacional que possa ser observada.

Agora o empreendedor consegue visitar o ponto e pensar:

“Este local tem potencial para gerar esse volume de clientes?”

Essa pergunta é muito mais poderosa do que simplesmente perguntar se R$ 12 mil de aluguel é caro.

Negocie antes de aceitar

Nem toda condição apresentada inicialmente precisa necessariamente ser considerada definitiva.

Dependendo do empreendimento, momento comercial, disponibilidade do espaço, segmento pretendido e interesse do shopping naquela operação, podem existir possibilidades de negociação.

Pergunte.

Entenda as condições.

Compare alternativas.

E principalmente:

não demonstre interesse apenas pelo preço. Demonstre que você possui uma operação estruturada.

Shopping centers também procuram marcas capazes de funcionar bem, manter padrão visual, cumprir regras e contribuir para o mix do empreendimento.

Ainda não escolheu o shopping?

Então não comece fabricando o quiosque.

Primeiro entenda:

cidade → shopping → público → ponto → condições comerciais → exigências técnicas.

Depois disso, projeto e fabricação conseguem trabalhar sobre informações reais.

Isso evita desenvolver uma estrutura que posteriormente precise sofrer alterações para atender outro shopping ou outro ponto.

Já escolheu o ponto? Peça o caderno técnico

Depois de avançar comercialmente com o shopping, uma das etapas importantes é obter as informações técnicas necessárias para desenvolver o projeto.

O shopping poderá estabelecer regras relacionadas a dimensões, altura, materiais, instalações, comunicação visual, elétrica, hidráulica, segurança e procedimentos de montagem, dependendo da operação.

É a partir dessas informações que o projeto deve evoluir.

E quanto custa fabricar o quiosque?

Essa é outra conta.

O valor da fabricação depende de tamanho, segmento, projeto, materiais, equipamentos, instalações e nível de acabamento.

Por isso, não confunda:

custo do ponto
com
custo do projeto e implantação.

Os dois precisam caber no planejamento financeiro.

Um ponto de R$ 30 mil pode valer a pena?

Pode.

E também pode ser um péssimo negócio.

Sem conhecer faturamento potencial, margem, ticket médio, fluxo, conversão e demais despesas, ninguém deveria afirmar que determinado aluguel é bom simplesmente olhando para o número.

O mesmo vale para um aluguel de R$ 8 mil.

Preço baixo não transforma automaticamente um ponto em oportunidade.

Antes de assinar, responda estas perguntas

Qual é o aluguel mínimo?

Existe componente percentual?

Quanto custa o condomínio?

Existe fundo de promoção?

Quais outras cobranças estão previstas?

Existem condições especiais em determinados meses?

Qual é o prazo contratual?

Qual é o fluxo estimado do ponto?

Quem é o público daquele corredor?

Quais são as lojas próximas?

Quais são as regras para projeto e implantação?

Qual é a data prevista para inauguração?

Quanto minha operação precisa faturar?

Quantas vendas por dia serão necessárias?

Se você ainda não consegue responder boa parte dessas perguntas, provavelmente ainda faltam informações para decidir.

De R$ 8 mil a R$ 30 mil: o número sozinho não conta a história

É perfeitamente possível encontrar no mercado brasileiro negociações dentro e fora dessa faixa.

Mas não queremos criar a falsa impressão de que existe uma “tabela nacional de aluguel de quiosques”.

Não existe.

Cada shopping, cidade, localização e operação possui suas particularidades.

Por isso, use valores como referência inicial, nunca como única base para decidir.

O melhor ponto não é necessariamente o mais barato.

Também não é necessariamente o mais caro.

O melhor ponto é aquele cujo custo faz sentido diante do potencial real da operação.


Encontrou seu ponto no shopping?

Depois da negociação começa outra etapa importante: transformar aquele espaço em uma operação pronta para vender.

Nossa equipe especializada atua no desenvolvimento de projeto, aprovação, fabricação e montagem de quiosques para shopping, acompanhando a jornada até a implantação.

Para projetos compatíveis com nosso fluxo padrão, trabalhamos visando a inauguração em 45 dias*.

Fábrica de Quiosques para Shopping
Projeto • Aprovação • Fabricação • Montagem • Acompanhamento

*Prazo padrão sujeito ao escopo, às aprovações do shopping e à disponibilidade dos materiais.

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